quinta-feira, 11 de setembro de 2008

El chiki chiki medicalizado

Fazer um curso de APH, é muito gostoso, é interessante aprender sobre os protocolos de atendimento as vítimas nas mais diversar situações, porém quando se depara com uma situação real em que o socorrista necessite colocar em prática todo seu aprendizado, aí é que o "bixo pega"




Nessas oras eu recomendo uma boa música! Isso mesmo!! nessas oras cantar ajuda e muito!! não só porque alivia o stress e coisa e tal... aliás não estou falando de qualquer música também... a música em questão chama-se: "El chiki chiki medicalizado" ou se preferirem "Ventila y Comprime" ela tras de uma maneira cômica, mas intressante, os passos que o socorrista deve seguir para atender uma vítima de PCR...




clique abaixo para ver o vídeo

http://www.youtube.com/watch?v=cBlO0dtpr4s


terça-feira, 26 de agosto de 2008

ABC DA REANIMAÇÃO - SUPORTE BÁSICO

EXAME PRIMÁRIO (ABC da Vida)

O exame primário identifica e trata somente condições de risco de vida imediato.
· Parada respiratória.
· Parada Cárdio-respiratória.
· Hemorragias importantes.
O maior objetivo em realizar a ventilação artificial isolada ou a Reanimação Cárdio-Pulmonar (RCP) é prover oxigênio ao cérebro e coração até que o tratamento adequado restaure os batimentos cardíacos normais, ou que permita o tempo necessário para a chegada de uma equipe de socorro de Suporte Avançado de Vida (SAV).
Quando o início da RCP for retardado, a chance de sobrevida é prejudicada, e o córtex cerebral (o tecido mais susceptível à lesão por baixa de oxigênio no sangue) sofre dano irreversível, resultando em morte ou seqüelas neurológica severas e permanentes.
Como situações de trauma implicam na possibilidade de hemorragias severas que levam a PCR de forma irreversível no ambiente pré-hospitalar, o seu tratamento é fundamental no momento do exame primário (primeiro exame).
As pessoas treinadas em "Suporte básico de vida" (SBV) devem ser capazes de:
1. Reconhecer uma Parada Cárdio-Pulmonar ou Parada Respiratória
2. Desobstruir as vias aéreas
3. Verificar se existe respiração espontânea
4. Iniciar a respiração artificial de suporte com 1 ou 2 socorristas
5. Verificar se existe atividade do coração (pulso arterial ou sinais de circulação)
6. Verificar grandes sangramentos aparentes e seu tratamento
7. Iniciar a Compressão cardíaca intercalando com a ventilação artificial
8. Identificar quando iniciar a RCP
9. Identificar quando parar a RCP
10. Reconhecer a avaliação da efetividade das manobras acima.


REANIMAÇÃO CÁRDIO-PULMONAR - RCP

DEFINIÇÃO DE PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA·
É a incapacidade total do coração de bombear sangue.
· A parada do coração é sempre acompanhada pela parada imediata da respiração.
· A parada da respiração leva a parada do coração em 1 a 5 minutos.


CAUSAS DE PARADA CÁRDIO-RESPIRATÓRIA


Dentre as diversas causas, algumas provocam a parada respiratória antes da parada cardíaca.




1. Parada Respiratória

a - Obstrução das vias aéreas superiores - É a causa mais freqüênte, podendo ocorrer por um corpo estranho ou mais frequentemente pela queda da língua sobre a faringe.

b - Lesão cerebral

c- Lesão torácica - Quando um trauma no tórax impede o movimento normal.


d - Drogas - Diversas drogas reduzem ou param o estímulo a respiração.

e - Afogamento - Neste caso pode ocorrer, obstrução das vias aéreas ou exaustão respiratória.



2. Parada Cardíaca



a - Parada cardíaca primária - arritmia ou infarto do miocárdio.


b - Choque


c - Traumatismo

d - Drogas - Podem determinar a parada do coração.

e - Parada respiratória




RECONHECIMENTO DA PCR E SEU TRATAMENTO (ABC) - EXAME PRIMÁRIO

1º Passo - AVALIAÇÃO DO LOCAL DO ATENDIMENTO ·



. Avalie o local quanto a presença de situações de risco antes de se aproximar da vítima.
· A sua segurança pessoal é o mais importante.




MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL


· Cuide da sinalização e isolamento da área para prevenir acidentes secundários - acidentes de transito, incêndio, explosões, choque elétrico, desabamentos.


· Evite contaminar-se por agentes biológicos, substâncias tóxicas, ou radioativas presentes na superfície do corpo, sangue e secreções do paciente. Em caso de dúvidas procure imediatamente após o socorro o hospital para orientação adequada.


· Caso o local de socorro ofereça riscos que não possam ser neutralizados, remova a vítima para local seguro antes de iniciar a sua avaliação.
· É obrigatório o uso de luvas. Nos EUA, estatísticas mostram que 19% das vítimas de traumatismos penetrantes, com idade entre 25 e 34 anos, são portadores do vírus da AIDS. Caso não haja luvas, use pano limpo.



2o Passo - CHECAR A RESPOSTA DA VÍTIMA

· Ajoelhe-se ao lado da vítima ao nível de seus ombros.

· Estimule a vítima verbalmente e balançando levemente os ombros para avaliar o nível de consciência - Você está me ouvindo?

· Uma resposta verbal da vítima indica a ausência da necessidade de RCP - Vítima viva.

· Caso a vítima esteja com o ventre para baixo, ela só deve ser movida se não responder a seus estímulos - vítima inconsciente - e se não houver certeza da presença de respiração.

· Cuidado com a coluna cervical em casos de trauma (cheque a resposta da vítima olhando-a nos olhos, para evitar que se vire).


3o Passo - NO CASO DE AUSÊNCIA NA RESPOSTA - LIGUE 193 ou 192 E INICIE O ABC


4o Passo - DESOBSTRUA AS VIAS AÉREAS - A

A obstrução das vias aéreas superiores é a causa mais comum da parada respiratória.

· A queda da língua sobre a faringe é a causa mais comum de obstrução de vias aéreas superiores. Os corpos estranhos são menos comuns.

· A desobstrução tem prioridade em pacientes que não respondem.






COMO DESOBSTRUIR AS VIAS AÉREAS


Inclinação da Cabeça e Elevação do Queixo - hiperextensão do pescoço

· Esta manobra não deve ser utilizada na suspeita de trauma da coluna cervical.

- Corpo estranho nas vias aéreas - como limpar

·A limpeza da boca deverá ser feita antes da ventilação apenas em casos de forte suspeita de corpo estranho. Caso contrário ela será realizada apenas se a ventilação artificial (boca-a-boca) não for eficaz.


- Suspeita de trauma da coluna cervical - Como desobstruir as vias aéreas

·Elevação da Mandíbula

O socorrista se posiciona por detrás da vítima e com suas mãos segura os ângulos da mandíbula, deslocando-a para cima.

· Esta manobra exige dois socorristas para a ventilação simultânea da vítima.
. Evite movimentos laterais - As mãos do outro socorrista estabiliza a coluna cervical.


5o Passo - VENTILAÇÃO - B
· Avalie se o paciente está respirando - Ver, Ouvir, e Sentir.
. Ausência de movimentos torácicos - Ver.
. Ausência de movimentação de ar através da boca e/ou nariz da vítima - Sentir e Ouvir.
· Tenha a certeza de desobstruir as vias aéreas para fazer este diagnóstico.
· Se não houver movimentação do tórax e fluxo de ar pela boca - parada respiratória (apnéia).
· Estas manobras de reconhecimento devem durar 5 segundos.
· A desobstrução das vias aéreas (A) e a avaliação da respiração (B) devem ser completadas em 10 a 15 segundos.


6o Passo - VENTILAÇÃO - BOCA - a - BOCA - Como fazer?


1º - Obstrução do Nariz: obstrua o nariz com os dedos polegar e indicador com a mesma mão que inclina a cabeça.
2º - Ventilação (soprar o Ar): Adapte a sua boca à do paciente de forma que não haja vazamentos, e sopre o ar pela boca da vítima.
· A cada ventilação o tórax deve se elevar, fato que confirma um boca-a-boca eficaz.

· Após a primeira ventilação você deve virar a sua cabeça lateralmente observando o tórax e aguardar os pulmões se esvaziarem para fazer a segunda respiração artificial - total de 2 ventilações.
· Mantenha as vias aéreas desobstruídas na inspiração e expiração.
· O volume de ar insuflado deve ser o suficiente para elevar o tórax. No Lactente geralmente o ar contido na boca é o volume suficiente para ventilar.
· Se o tórax não se elevar após a primeira ventilação - repita a hiperextensão do pescoço e tente novamente o boca-a-boca - Se não resolver - pense em obstrução por corpo estranho e execute a manobra de Heimlich.
· As próteses dentárias só devem ser retiradas se estiverem fora do lugar.
· O socorrista sela sua boca sobre a boca da vítima e efetua duas ventilações completas com intervalo de 3 a 5 segundos entre cada uma.
· O tempo de insuflação de cada ventilação deve ser de 1 a 2 segundos. Ventilações mais rápidas causam distensão gástrica e vômitos freqüentes. Em lactentes, inclua também o nariz na boca do socorrista (Boca-a-Boca/Nariz).
· O importante durante a ventilação boca-a-boca é a observação da elevação e abaixamento do tórax, o que significa o bom resultado da sua manobra.


7o Passo - CIRCULAÇÃO - C

DETERMINAR O PULSO ARTERIAL NA ARTÉRIA CARÓTIDA
· Ausência do pulso arterial da carótida - parada cardíaca.
· Em lactentes a verificação é feita no pulso braquial.
· A manobra de verificação do pulso deve levar de 5 a 10 segundos.
. Para leigos, a verificação do funcionamento do coração deverá ser feita através da checagem de sinais de circulação como reação a ventilação ou a presença de movimentos.







*verificação em RN






8o Passo - CIRCULAÇÃO - COMPRESSÃO CARDÍACA EXTERNA

· Aplicação de pressão sobre o tórax da vítima fazendo o sangue circular por todo o corpo.
· Só deve ser iniciada se não houver pulso arterial ou sinais de circulação - Parada Cardíaca.
1º - Tenha certeza de que não há pulso arterial ou sinais de circulação - parada cardíaca.
2º - Localize o ponto ideal utilizando os dedos indicador e médio através do abdome, de baixo para cima até localizar o encontro das duas últimas costelas. Neste ponto você encontrará um osso pontiagudo chamado apêndice xifóide. O ponto ideal será dois dedos acima.
3º - Coloque uma mão sobre o dorso da outra, com os dedos entrelaçados em flexão dorsal, e com os punhos em extensão palmar.
4º - Com os cotovelos estendidos em angulo reto, debruçado sobre a vítima e usando o seu próprio peso, faça pressão sobre o osso esterno de forma perpendicular sem apoiar-se sobre as costelas.
5º - Na compressão você deve fazer uma depressão aproximada de 3 a 5 cm no adulto. Em crianças a região de compressão cardíaca é a mesma do adulto, porém utiliza-se menor força, e somente uma mão. No lactente coloque o dedo indicador na linha imaginária entre os dois mamilos e suspenda o dedo indicador mantendo os dedos anelar e médio- dois dedos - realizando a compressão de 1 a 3 cm.
6º - Faça a compressão cardíaca sem retirar a mão do local marcado permitindo ao tórax retornar ao normal. O tempo de compressão e descompressão devem ser o mesmo. A velocidade de compressões é de 100 vezes por minuto para adultos e crianças. Em lactentes devemos fazer 120 compressões cardíaca por minuto.

QUANDO INICIAR AS MANOBRAS?
Confirmada a PCR, a RCP deve ser iniciada em todos os pacientes, exceto em 3 situações:
Rigor mortis (enrigecimento cadavérico).
Livores (mancha violácea em dorso).
Decomposição corporal (falta parte do corpo, putrefação ou outros).


QUANDO PARAR AS MANOBRAS?
Uma vez iniciada a RCP só pare quando:
. Houver resposta e forem restabelecidas as funções respiratória e os batimentos cardíaco. Houver exaustão do socorrista.
. A chegada de uma equipe médica (Suporte Avançado de Vida).
· Existem casos de sucesso na reanimação em afogamento após 2 horas de RCP.



COMPLICAÇÕES DA RCP
· Siga as técnicas correta de RCP para minimizar as complicações.
· Mesmo seguindo as técnicas corretas podem ocorrer: fraturas de costelas e esterno, pneumotórax (ar em tórax), hemotórax (sangue em tórax), trauma pulmonar, lacerações do fígado e/ou baço, e embolia gordurosa.


PROGNÓSTICO APÓS A RCP
· O melhor resultado da RCP ocorre quando o Suporte Básico de Vida é iniciado em até 4 minutos, seguido pelo Suporte Avançado de Vida em até 8 minutos.
· As melhores respostas a RCP ocorrem em: Infarto agudo do miocárdio, casos de fibrilação ventricular, hipotermia, "overdose", obstrução de vias aéreas, parada respiratória primária e afogamento.



RISCO DE TRANSMISSÃO DE DOENÇAS DURANTE A RCP·
. A maioria das RCP feita por socorristas é realizada em vítimas não conhecidas.
· Em qualquer situação de emergência existe a exposição a alguns líquidos corpóreos com risco de transmissão de doenças para o socorrista e para a vítima.
· Embora algumas doenças possam ser potencialmente transmissíveis entre duas pessoas que se expõem, a preocupação maior é com as doenças mais graves como a hepatite B e a AIDS. Ambas raramente são transmissíveis durante a RCP, e os casos relatados até hoje foram decorrentes da contaminação por sangue ou pela penetração inadvertida da pele por instrumentos cirúrgicos.
· A transmissão de Hepatite B e AIDS jamais foi documentada até hoje (1994) em casos de ventilação Boca-a-Boca. · Recomenda-se a vacinação para hepatite tipo B em todos os socorristas.

SÓ INICIE O EXAME MAIS DETALHADO DA VÍTIMA
- EXAME SECUNDÁRIO -
QUANDO A VÍTIMA ESTIVER VIVA
Enfº Tiago S. Gomes contato: tiago.desb@gmail.com
26/08/2008

REANIMAÇÃO CARDIO PULMONAR PARA LEIGOS


Baseado no texto oficial das Guide Lines 2005 e num texto vindo de Portugal, consegui colocar a disposição o seguinte logaritmo que servira tanto para leigos quanto para profissionais terem noção das novidades no atendimento de RCP Ressucitação Cardio Pulmonar.



O texto abaixo é baseado na publicação de março 2006 no site oficial da A.N.T.E.P.H. (Associação Nacional de Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar) de Portugal

http://www.anteph.org/ , como ainda não temos material oficial publicado por nenhuma entidade Brasileira, montei esse artigo com base nessa entidade portuguesa que está fiel a publicação original das GuideLines 2005.
Esse artigo não tem pretensão de ser definitivo, muito menos substituir um curso ou treinamento, é apenas uma referência.


Aqui no pais não existem informações oficiais sobre como está o processo de adoção e sincronismo dos serviços de emergência no Brasil,extra-oficialmente muitos serviços de emergência já estão atualizando seus protocolos.O artigo a seguir não é um curso, e pressupõe que o leitor já tenha noção sobre PCR Parada Cárdio Respiratória e RCP Ressuscitação Cárdio Pulmonar, mesmo que nos antigos 15x2 ou outros, a intenção desse artigo é mostrar o proposto pelas guidelines e comentar sobre nossa realidade.

Algoritmo - RCR para Leigos



a) Verificar se existem condições de segurança para o socorro;


b) Colocar o vítima em decúbito dorsal , sobre uma superfície plana e dura, de preferência no chão;


c)O socorrista de joelhos ao lado da vítima, colocar um dos joelhos a nível da zona do tórax e o outro joelho a nível da cabeça do vítima, chamar pelo vítima, tocar no vítima. Se responder, continuar com a avaliação . Se a vítima não responder nem reagir a estímulos, pedir ajuda, sem abandonar o vítima. Este pedido de ajuda vai permitir alertar que algo de anormal se passa e somente depois de ser efetuado deve passar-se a fase seguinte.


d) Verificar a cavidade oral (procurar: dentes partidos, prótese dentárias, etc.) e efetuar em seguida a extensão da cabeça, se for uma situação de trauma a manobra será substituída pela elevação do maxilar inferior;


e) Avaliar a ventilação - ver, ouvir e sentir durante 10 segundos;Se ventila (respira) continue a avaliação, se não ventila:Estando sozinho - Abandone a vítima e vá ligar para o serviço de emergência, Estando acompanhado, Mande o acompanhante ligar para o serviço de emergência,


f) Caso seja uma situação de trauma, intoxicação, afogamento ou em crianças com idade inferior a 8 anos, o pedido de ajuda deve ser efetuado sem abandonar o vítima, ou seja, semelhante ao que se fez no início do algoritmo. Nestes casos efetuar manobras de reanimação cardio-respiratória durante um minuto e entretanto, se não obteve ajuda, deve abandonar o vítima e efetuar o pedido.


g) Após ter garantido o pedido de ajuda efetuar de imediato as manobras de Efectuar 30 compressões ao ritmo de 100 vezes por minuto;


h)Após ter efetuado 30 compressões efetuar 2 Insuflações, cada uma com a duração de 2 segundos e com 2 segundos de intervalo para a expiração passiva, num total de 6 segundos;
A pesquisa de pulso carotídeo não é exigida ao cidadão comum, assim, em caso de dúvida, e na falta de outros sinais de circulação deve ser assumido como uma situação de PCR

Comentários:



a) Você não vai socorrer uma vitima se não tiver condições seguras pra tal, entenda como por exemplo socorrer alguém no meio de um tiroteio, ou num local desmoronando, ou numa via expressa em alto transito, se for o caso a vitima deve ser removida para um local seguro antes do atendimento.



b) O Decúbito Dorsal, DDH para o pessoal da saúde (Decúbito dorsal horizontal) ou "de barriga pra cima" para o leigo, é a forma mais eficiente de se proceder de forma eficiente as manobras de ressuscitação, em situações muito especiais podem ser realizadas até em outras posições, porém a recomendação é sempre em DDH.Da mesma forma a superfície dura é importante para que as manobras sejam eficazes, por exemplo se estiver fazendo compressões com a vitima sobre uma cama a maciês do colchão vai absorver toda a força e na vitima em si quase nada vai chegar, em hospitais existe um tábua que é colocada na região dorsal (nas costas) do paciente antes de iniciar as manobras por conta disso, se não tiver a tábua num atendimento de emergência em casa ou no trabalho o chão é a melhor opção.



c) Essa parte é muito importante, assim que verificar que a vitima está inconsciente (desacordada) antes de qualquer coisa "peça ajuda" de nada adianta começar uma manobra "básica"que é oque você pode fazer, sem que o pessoal do suporte avançado esteja a caminho.
Entenda que o seu socorro básico é importantíssimo, porém sem que muito rápido chegue o pessoal do suporte avançado com "procedimentos avançados" entenda uso e drogas e manobras médicas, seu socorro básico por melhor que seja será em vão.
Em São Paulo e outros Estados ligue 192-SAMU Serviço de Atendimento Móvel de Urgência ou 193 Resgate-Corpo de Bombeiros, verifique os números em sua região e os tenha decor.



d) Muito cuidado, profissionais já perderam dedos com mordidas de vítimas em convulsão repentina, quanto as manobras detalha-las foge do escopo desse artigo, procure um bom curso que as explique, basicamente uma consiste em empurrar o mento (queixo) por baixo para a cabeça ir pra traz muito perigosa e em desuso e outra em segurar o mento e puxa-lo pra cima sem movimentar a cabeça.



e) perceba que existe um cuidado para que a vitima não fique sozinha e nem que a manobra seja interrompida, perceba ainda que logo de inicio foi feito um pedido de ajuda tínhamos uma vítima em situação de inconsciência, e nesse ponto temos uma vitima em situação d emergência, o pedido de ajuda precisa ser refeito informando a gravidade.Não digo que seja certo ou errado esses dois pedidos , só estou repassando o consenso internacional.



f) Uma das maiores novidades, a quantidade e frequência aumentaram, praticamente o socorrista precisa fazer cerca de 4 compressões a cada 3 segundos, ou seja, as 30 compressões devem acontecer em menos de 18 segundos, o consenso do ILCOR diz que o mais importante é fazer o sangue fluir do coração parado para os órgãos vitais em especial o celebro que é o mais frágil aos efeitos da PCR, por estes a compressão deve ser mais rápida e mais forte. Só não exagere na força para não quebrar costelas, infelizmente isso é muito comum



g) ao contrário do desespero em certos ambientes hospitalares onde é feita compressões e ventilações ao mesmo tempo uma atrapalhando a eficiência da outra, o consenso das maiores autoridades mundiais indicam que devem acontecer separadas, em especial a ventilação artificial deve dar sequência a expiração natural, respeitando o espaço de tempo proposta par uma possível troca gasosa acontecer.

Caso o leitor seja um veterano perceberá algumas mudanças quanto as práticas antigas e poderá procurar aprimoramento, se for um iniciante recomendo que encontre e frequente um bom curso. Aos dois casos vai a recomendação de praticar muito a nova forma de compressão pois exige muito mais força e cordenação dos socorristas.


Enfº Tiago Silva Gomes...


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